Algumas das principais instituições de ensino superior privadas do país decidiram proibir o uso de celulares em salas de aula nos cursos de graduação e pós-graduação. Essa medida acompanha um movimento similar ao que já foi adotado por outras universidades brasileiras, reacendendo o debate sobre atenção, desempenho acadêmico e o uso da tecnologia no ensino superior.
A decisão foi anunciada por entidades como o Insper e a Fundação Getúlio Vargas, que entenderam que o uso de celulares pode deixar os estudantes mais dispersos e com dificuldade de aprendizado durante as aulas presenciais.
A proibição acontece em um contexto de discussão mais ampla sobre o papel dos aparelhos eletrônicos no ambiente educacional, especialmente depois da proibição do uso de celulares nas salas de aula da educação básica em todo o país, medida prevista em lei federal desde o ano passado.
A adoção dessa regra por instituições de ensino superior reacende a conversa sobre como equilibrar o uso de tecnologia com a necessidade de manter foco e participação ativa dos alunos nas atividades acadêmicas.