Acesso à profilaxia contra HIV entra na mira do MPF após suspeitas de barreiras em hospital de Salvador

Foto: Divulgação
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O acesso à profilaxia contra o HIV passou a ser investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) após denúncias de possíveis barreiras no atendimento em um hospital de Salvador.

De acordo com as informações, o MPF apura dificuldades enfrentadas por pacientes para conseguir a profilaxia, tanto na modalidade pré-exposição (PrEP) quanto pós-exposição (PEP), que são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A investigação busca esclarecer se há restrições indevidas no acesso aos medicamentos, que são considerados essenciais na prevenção da infecção pelo HIV. A PrEP é utilizada antes de uma possível exposição ao vírus, enquanto a PEP deve ser iniciada após situações de risco, preferencialmente em até 72 horas.  

Segundo o MPF, o objetivo é verificar se o serviço está sendo prestado de forma adequada e sem discriminação, garantindo o direito dos pacientes ao tratamento preventivo.

Na rede pública de saúde, os medicamentos para prevenção ao HIV são disponibilizados gratuitamente, sendo parte das estratégias de prevenção combinada adotadas no país.  

O caso segue sob apuração para identificar eventuais irregularidades e assegurar que o acesso ao serviço ocorra de forma plena e sem obstáculos.

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