A FLIPELÔ terminou, mas o movimento provocado por uma festa literária dessa dimensão vai muito além dos livros.
Durante os dias de evento, o Centro Histórico de Salvador recebeu escritores, leitores, turistas, artistas e empreendedores.
E, enquanto a literatura ocupava ruas, praças e espaços culturais, uma verdadeira cadeia econômica também se movimentava.
O livro vendido pelo escritor independente é renda. O restaurante cheio é renda.
O artesanato comprado pelo visitante é renda. Assim como o transporte, a hospedagem, a fotografia, a produção cultural, a comunicação e tantos outros serviços envolvidos direta ou indiretamente no evento.
É a economia criativa acontecendo diante dos nossos olhos.E existe uma lição importante para quem empreende: onde existe circulação de pessoas, existe também circulação de oportunidades.
Uma feira literária não beneficia apenas quem escreve. Ela gera visibilidade, conexões, networking, novos clientes e possibilidades de parcerias para diferentes profissionais e negócios.
A FLIPELÔ nos mostra que investir em cultura também é investir em desenvolvimento econômico.
Porque quando a cultura ocupa a cidade, ela não movimenta somente histórias.
Movimenta pessoas, renda, negócios e novas possibilidades.
Vem comigo e vamos ser imparáveis juntos!
Monaliza Matta
Mentora de decisões, analista comportamental, escritora e palestrante.